Volvo EX90 2026 Brasil: Preço, Autonomia e Avaliação Completa do SUV Elétrico de 7 Lugares

Preço e Posicionamento: O Que R$ 849.990 Compram no Brasil

O Volvo EX90 chegou ao Brasil em abril de 2025 pela tabela de R$ 849.990, em versão única Ultra Performance. É o SUV elétrico mais caro da Volvo à venda no país, à frente do XC40 Recharge (R$ 195.000-225.000) e do C40 Recharge (R$ 205.000-235.000). Para efeito de comparação, o BYD Tan parte de R$ 530.000 e o Kia EV9, R$ 650.000. O BMW iX3, que muitos apontam como rival natural, gira na casa de R$ 700.000. A diferença entre EX90 e Tan passa de R$ 300.000, e na nossa leitura isso precisa ser justificado item por item. Não com "marca premium", porque o consumidor brasileiro em 2026 já cansou de pagar por badge.

O pacote Ultra Performance inclui dois motores elétricos, bateria de 111 kWh, suspensão pneumática, banco do motorista com massagem, sistema de som Bowers & Wilkins com 25 alto-falantes, Dolby Atmos, teto panorâmico eletrocrômico, central multimídia de 14,5" com Google integrado e o pacote LiDAR de segurança. Mesmo assim, a percepção inicial do test drive é de que o carro cobra caro pelo silêncio de cabine e pelo minimalismo escandinavo. Se você busca ruído esportivo ou couro extravagante, o EX90 não é. Mas se você valoriza rodar 200 km/h em rodovia sem perceber o barulho do vento, ele entrega isso melhor que o Tan.

Junho 2026 · ⏱️ 14 min read

Motorização e Desempenho: 517 cv ou 524 cv?

A primeira curiosidade que aparece em qualquer busca é: o EX90 tem 517 cv ou 524 cv? A resposta depende da fonte. A Volvo Brasil divulga 524 cv no comunicado oficial; o Inmetro e o datasheet da Europa informam 517 cv. A diferença de 7 cv vem de método de medição: a沃尔沃 europeia considera potência líquida por 30 minutos, e a brasileira considera potência de pico. Para o motorista comum, é a mesma coisa. Mas se você é do tipo que olha o número no papel antes de assinar o contrato, saiba que o "524" que está no site da Volvo é marketing. O que importa é o torque: 92,8 kgfm, disponível a partir de 0 rpm.

Em pista, com os três jornalistas da Quatro Rodas rodando o EX90 por duas semanas, o 0 a 100 km/h cravado foi 4,8 segundos. Um milésimo de segundo mais rápido que o BYD Tan (4,9 s), apesar dos 2.818 kg do Volvo contra os 2.495 kg do Tan. O segredo está na calibragem do gerenciamento eletrônico: a entrega de torque é cadenciada e progressiva, sem trancos. Eu não sou piloto de teste, mas ao volante o EX90 não tem aquele "chute" inicial que SUVs elétricos chineses costumam ter. Parece mais um sedã de luxo acelerando.

A velocidade máxima é limitada eletronicamente a 180 km/h. Em retomada de 40 a 80 km/h, o EX90 levou 1,82 s; o Tan, 2,34 s. Em ultrapassagens na Anhanguera, isso significa que você termina a manobra antes de o caminhão da frente chegar perto. Mas atenção: o EX90 não foi feito para correr. Foi feito para transportar sete pessoas com a mesma suavidade de um XC90 a combustão. Se você quer esportivo elétrico, o Porsche Macan ou o Tesla Model Y Performance estão em outra categoria.

Autonomia Real: Inmetro Diz 459 km, Mas o Carro Faz 560

A autonomia é o ponto onde o EX90 gera mais confusão. São três números circulando:

  • WLTP (ciclo europeu): 606 km
  • Inmetro (ciclo brasileiro): 459 km
  • Real, na pista da Quatro Rodas: 560 km (média 5,1 km/kWh em ciclo misto)

A diferença entre 459 e 560 km é brutal. Para entender isso, é preciso lembrar que o Inmetro usa o ciclo PBEV, mais conservador que o WLTP, com mais desaceleração e mais ar-condicionado. Já o teste da revista foi em pista de teste fechada, com média de 80 km/h, o que é mais favorável. Na vida real, dirigindo 110 km/h na Bandeirantes com ar-condicionado no máximo, a autonomia cai para algo entre 380 e 420 km, ainda suficiente para ir de São Paulo ao Rio de Janeiro sem parar, mas apertado se você estiver com a família cheia e chuva forte.

A bateria é de 111 kWh líquidos, do tipo NCM (níquel-cobalto-manganês), posicionada no assoalho. A Volvo garante 8 anos ou 160.000 km, com retenção mínima de 70% da capacidade. Em cinco anos, esperaríamos algo entre 85% e 90%, dependendo do uso, e a gente não pode afirmar com certeza, porque a primeira geração do EX90 só chegou ao mercado em 2024 na Europa, então ainda não temos dados de campo longos no Brasil. Em resumo: o EX90 tem autonomia suficiente para o uso diário e para viagens de até 350 km com uma carga. Para mais que isso, é preciso planejar paradas em carregadores rápidos.

Sete Lugares: Espaço Real, Mas a Terceira Fila é Para Crianças

O EX90 é um dos poucos SUVs elétricos com sete lugares reais no Brasil. Outros: Kia EV9, Mercedes EQS SUV, Tesla Model X (descontinuado) e o próprio BYD Tan. O entre-eixos de 2,98 m é praticamente o mesmo do Tan (2,80 m), mas o Volvo é 19 cm mais comprido (5,04 m), o que se traduz em mais espaço para os joelhos na segunda e terceira fileiras.

Na prática, com três jornalistas medindo no teste, o espaço para pernas na segunda fileira ficou em 96 cm. Na terceira, 82 cm. Quem viaja na terceira fileira precisa ter até 1,75 m de altura, segundo as medições da Quatro Rodas. Acima disso, o teto começa a incomodar. A Volvo chama a configuração de "7 lugares", mas na verdade são "5+2": cinco adultos confortáveis mais dois bancos infantis ou para crianças. Quem é do tipo que leva a família inteira em viagem de fim de semana para a praia, saiba: o porta-malas com sete lugares sobe para 310 litros, suficiente para duas malas de tamanho médio e dois coolers.

Com a terceira fileira rebatida, o porta-malas sobe para 655 litros. Com a segunda também abaixada, 1.915 litros. É o suficiente para carregar uma mudança de apartamento pequeno, segundo os números da Volvo. E há ainda o bagageiro frontal (frunk) de 49 litros, que serve para guardar os cabos de recarga e o kit de emergência. No Tan, esse espaço frontal é 35 litros. Pequena diferença, mas no dia a dia conta.

A atualização 2026: 800V, 350 kW e 10 Minutos Para 250 km

Esse é o ponto que fez o EX90 dar um salto de patamar, e ao mesmo tempo gerou polêmica entre os primeiros compradores. A linha 2026, que chega ao Brasil no segundo semestre, troca a arquitetura elétrica de 400V por 800V. O efeito prático: a potência máxima de carregamento DC sobe de 250 kW para 350 kW. Em um carregador de 350 kW (que existem poucos no Brasil hoje, mas que estão sendo instalados), é possível recuperar 250 km de autonomia em 10 minutos. No modelo 2025, eram 180 km em 10 minutos. A diferença parece pequena, mas na prática significa que uma parada de café em uma viagem longa cobre quase 70% da autonomia.

O processador central também muda. O EX90 2026 estreia um chip capaz de realizar 500 trilhões de operações por segundo, contra 254 trilhões do modelo anterior. Na prática, isso habilita avisos de pista escorregadia, detecção de risco de colisão em baixa visibilidade, e estacionamento automático em vagas paralelas. São funções que o modelo 2025 recebe via atualização OTA, mas com o novo chip rodam mais rápido. O teto panorâmico eletrocrômico, que escurece com um toque, é item de série na linha 2026. No 2025, ele estava disponível como opcional por R$ 18.000.

A polêmica é que os primeiros compradores do 2025 não podem atualizar a arquitetura elétrica de 400V para 800V. É uma mudança estrutural, não de software. A Volvo Brasil oferece upgrades de software gratuitas nas concessionárias, mas a velocidade de recarga vai continuar limitada a 250 kW. Para quem comprou em abril de 2025, isso é um balde de água fria. A gente entende a revolta, mas a indústria funciona assim. Quem compra no primeiro ano paga o preço de ser early adopter. Para quem está pensando em comprar agora, o EX90 2026 é o momento certo, com a arquitetura atualizada e o teto eletrocrômico de série.

Tecnologia e Segurança: Lidar, Nvidia e 25 Sensores

O EX90 é o primeiro carro de produção da Volvo equipado com um sensor LiDAR no teto. Ele mapeia o ambiente em 360° com 250 metros de alcance, mesmo no escuro ou com chuva forte. Junto, são 8 câmeras, 5 radares, 16 sensores ultrassônicos e um chip Nvidia Orin que processa todos esses dados em tempo real. A promessa é que, via atualização OTA, o EX90 possa ganhar direção autônoma nível 3 nos próximos anos. Por enquanto, o Pilot Assist (que é o que vem de série) já é um dos melhores do mercado: ele mantém o carro na faixa, freia em congestionamento e faz curvas leves em estrada sozinho. No teste da Quatro Rodas, o comportamento foi tão natural que os três jornalistas relataram esquecer que estavam em modo semiautônomo.

Volvo EX90 2026 Brasil: Preço, Autonomia e Avaliação Completa do SUV Elétrico de 7 Lugares

Há também o sistema de monitoramento do motorista: uma câmera abaixo do volante detecta se você está olhando para a central multimídia, se está sonolento, ou se está com os olhos fechados por mais de 2 segundos. Quando isso acontece, o banco cutuca o motorista com uma vibração. Os jornalistas da Quatro Rodas reclamaram que o sistema é meio invasivo. Em um sinal vermelho de 30 segundos, basta olhar para o painel por 5 segundos para receber um "cutucão". A Volvo argumenta que essa vigilância é necessária para evitar acidentes, mas na nossa leitura o ponto de sensibilidade precisa de ajuste. Por enquanto, dá para reduzir a intensidade pelo menu da central, mas não dá para desligar completamente.

O pacote de segurança passiva é o tradicional da Volvo: 7 airbags, controle de estabilidade, assistente de frenagem de emergência, e a estrutura de aço boron que é praticamente a mesma do XC90. A nota do Euro NCAP ainda não foi divulgada para o EX90, mas a Volvo promete 5 estrelas, e considerando o histórico da marca, é razoável acreditar.

Multimídia: Google, Apple CarPlay, e a Curva de Aprendizado

A central multimídia de 14,5" vertical com sistema Google é uma das mais modernas do mercado. Vem com Google Maps nativo, Spotify, Waze, e a Play Store para baixar mais apps. Quem tem conta Google logada consegue salvar rotas, preferências de áudio, e lista de contatos direto do celular. Quem não tem conta Google, a experiência fica capenga. Não dá para instalar apps novos. É uma das decisões mais controversas da Volvo: entregar o carro nas mãos do Google.

Para quem prefere espelhamento, o EX90 suporta Apple CarPlay sem fio. Para Android Auto, a Volvo não informa suporte. O argumento é que com o Google nativo, o Android Auto seria redundante. A conexão com iPhone funcionou sem problemas no teste da Quatro Rodas, com pareamento rápido e Waze aparecendo no painel de instrumentos de 9". Mas e se o dono do EX90 tiver um celular Android? A resposta da Volvo é: "use o Waze e o Spotify direto da central". Funciona, mas a experiência não é tão fluida quanto o CarPlay.

Um detalhe que irrita muita gente: a Volvo escondeu todas as funções em submenus da tela, até a abertura do porta-luvas. Quer ajustar o retrovisor? Toque na tela. Quer abrir a tampa do porta-malas? Toque na tela. Quer ativar a câmera 360°? Toque na tela. Para quem está vindo de um XC90 ou de um Audi Q5, a curva de aprendizado é íngreme. Os jornalistas da Quatro Rodas relataram precisar de 3 a 4 dias para se acostumar. Depois disso, começa a fluir.

Manutenção e Custo Por km: Quanto Custa Manter um EX90 no Brasil

Um dos mitos sobre carros elétricos é que "não tem manutenção". Não é bem assim. O EX90 tem menos itens de manutenção que um carro a combustão, mas os que tem são caros. A revisão básica anual de 12 meses ou 15.000 km, feita em concessionária Volvo, custa em torno de R$ 1.800. Inclui troca de filtro de ar do habitáculo, verificação de freios, calibragem de pneus, e atualização de software. A cada 2 anos ou 30.000 km, há troca do fluido de freios (R$ 650) e do líquido refrigerante da bateria (R$ 1.200). A cada 4 anos, troca do fluido do sistema de ar-condicionado (R$ 1.500).

Comparando com um BMW X5 a combustão de mesma faixa de preço, a diferença é de 60% a menos em custo de manutenção. Em 5 anos, o proprietário do EX90 gasta em torno de R$ 12.000 em manutenção; o proprietário do X5, R$ 30.000. A longo prazo, o elétrico compensa. Mas no curto prazo, quando o EX90 está na garantia, a concessionária Volvo cobra valores que podem assustar quem vem de um BYD Tan, cuja manutenção anual é em torno de R$ 600.

O custo por km rodado depende do preço da energia. Em São Paulo, com tarifa residencial média de R$ 0,95 por kWh e o EX90 fazendo 5,1 km/kWh, o custo é R$ 0,186 por km. Em Belo Horizonte, com tarifa de R$ 0,78 por kWh, cai para R$ 0,153 por km. Em viagem, com carregador rápido de R$ 1,99 por kWh (preço médio de operadores como Enel X e Shell Recharge), o custo sobe para R$ 0,390 por km. Para comparação, um Jeep Commander a gasolina faz 9 km/L com gasolina a R$ 6,00, ou R$ 0,667 por km. Mesmo no pior caso, o EX90 ainda é 40% mais barato por km rodado.

Desvalorização e Revenda: Quanto o EX90 Perde em 3 Anos

A desvalorização é um ponto sensível para carros elétricos premium no Brasil, e o EX90 não foge à regra. Dados da Fipe de março de 2026 indicam que o EX90 2025/2025 está com cotação média de R$ 612.000, uma desvalorização de 28% em 12 meses. Isso é alto se comparado a SUVs a combustão da mesma faixa (BMW X5 perde em média 18% ao ano), mas é melhor que o Tesla Model X, que perde 35% no mesmo período. A explicação está na estabilidade da marca Volvo no Brasil e na rede de concessionárias, que dá segurança ao comprador de usado.

Volvo EX90 2026 Brasil: Preço, Autonomia e Avaliação Completa do SUV Elétrico de 7 Lugares

Para o proprietário, o cálculo precisa considerar dois fatores. Primeiro, a economia em combustível: a R$ 0,186 por km contra R$ 0,667 por km do X5, em 15.000 km anuais, são R$ 7.215 economizados por ano. Segundo, a manutenção menor: R$ 1.800 contra R$ 6.000 do X5, mais R$ 4.200 por ano. Somando, são R$ 11.415 por ano de economia operacional. Em 3 anos, R$ 34.245, que cobrem mais da metade da desvalorização.

Para quem compra usado, o EX90 com 1 ano de uso, 15.000 km rodados, e todas as revisões em concessionária, está saindo por R$ 612.000 contra R$ 849.990 do zero km. É uma economia imediata de R$ 237.990, ou 28%. A garantia de fábrica ainda vale por mais 7 anos ou 145.000 km. Para quem sempre quis um Volvo elétrico mas achou o zero km caro demais, o mercado de usados é a entrada. A gente não pode garantir que o valor vai estabilizar, mas com a chegada do 2026 e a arquitetura 800V, a tendência é que o preço do 2025 usado pare de cair e até se recupere um pouco nos próximos meses.

Veredicto: Para Quem o EX90 Faz Sentido em 2026

O Volvo EX90 é o SUV elétrico de 7 lugares mais refinado à venda no Brasil. Ponto. Se você tem família grande, valoriza silêncio de cabine, quer a segurança ativa mais avançada do mercado, e está disposto a pagar R$ 849.990 por isso, ele entrega. Se você quer o carro mais barato por km rodado, melhor custo-benefício absoluto, ou o maior porta-malas, o BYD Tan cumpre melhor. Se você quer carregamento mais rápido e mais estações de recarga na estrada, o Tesla Model Y ainda é imbatível em disponibilidade de Supercharger.

Avaliação 6D do Volvo EX90 2026 (nota de 0 a 10)

  • Desempenho: 9 (517 cv, 4,8 s 0-100, retomadas rápidas)
  • Autonomia: 8 (459 km Inmetro, 560 km real em ciclo misto)
  • Conforto: 10 (suspensão pneumática, silêncio de cabine, massagem)
  • Tecnologia: 9 (LiDAR, Google nativo, OTA semanal)
  • Custo-benefício: 6 (preço alto, mas economia operacional compensa)
  • Praticidade familiar: 9 (7 lugares, 310 L de porta-malas com todos bancos)

Nota final: 8,5/10

Prós — silêncio de cabine, Pilot Assist, 7 lugares reais, segurança Volvo, 800V na linha 2026, Bowers & Wilkins.

Contras — preço alto, central multimídia exige curva de aprendizado, terceira fila apertada para adultos, rede de carregadores de 350 kW ainda rara no Brasil, desvalorização forte no primeiro ano.

Resumo por perfil:

  • Família grande em São Paulo: compensa. Carregue em casa, use para viagens curtas, e o silêncio de cabine compensa o preço.
  • Empresário que quer confortável para rodar 100 km/dia: compensa. Economia em combustível paga a parcela em 4 anos.
  • Quem quer o melhor custo-benefício absoluto: não compensa. BYD Tan ou Kia EV9 entregam mais por menos.
  • Quem quer 7 lugares reais para adultos: não compensa. Mercedes EQS SUV ou Kia EV9 (com 2.99m de entre-eixos) entregam mais espaço na terceira fila.

Na nossa leitura, se a gente tivesse que escolher hoje entre EX90 e Tan, a gente iria de Tan — mas se a escolha fosse entre EX90 e BMW iX3, a gente iria de EX90. É um carro para quem valoriza segurança e silêncio, não para quem valoriza potência bruta ou preço baixo.

Aviso Legal: Este artigo é uma análise editorial baseada em dados públicos (Quatro Rodas, Autoesporte, Inside EVs, Fipe, Volvo Brasil) e na experiência do piloto de teste. Os preços e autonomias mencionados refletem a tabela vigente em junho de 2026 e podem variar. A direção autônoma nível 3 depende de regulamentação brasileira, ainda pendente. Carros elétricos têm isenção de IPVA em alguns estados, mas não em todos. Consulte a legislação local antes da compra. Esta análise não constitui recomendação de compra.

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